Save-me

Publicado em Sentimentos às Maio 29, 2009 por Érika Oliveira

pia_k

Você deu-me as costas
Enquanto meus braços ainda estavam estendidos
Você desapareceu
E meus olhos ficaram te procurando
Espero ainda a sua volta
Para eu ser salva

Afundo-me mais e mais a cada dia na lama que eu encharquei
Faço sem querer, mas por vontade própria
Espero ainda a sua volta
Para eu ser salva

Salva de mim mesma

E a cada dia busco o seu olhar
Imagino ver você voltar
Para vir me salvar
E te peço dentro de mim
Para que você não demore
Porque a cada dia que passa eu fico mais distante
Até mesmo de mim mesma.

27 e 29 e …

Publicado em Reflexões às Maio 29, 2009 por Érika Oliveira

Que dia interessante! Estava tudo tão quente aqui dentro, tão cheio… Não estava nem tranquila nem calma. Apenas ali. Apesar de não estar toda ali.

Que clima estranho! Está tudo tão frio aqui dentro, tão vazio… Não estou nem feliz nem triste. Apenas viva. Apesar de morta.

Que amanhã obscuro! Estará? Tão… não sei! Não… não sei…

Acrosticamente

Publicado em Sentimentos às Abril 19, 2009 por Érika Oliveira

Vivi tudo isso uma vez
Os mesmos sentimentos de agora
Com a diferença de que hoje estou mais amadurecida
E sei lidar um pouquinho melhor com minhas dores

Eu acho…
Só acho.
Talvez só tenha aprendido a disfarçar melhor
A deixar de acreditar muito…

Ele é tudo que eu sempre quis
Mas tudo que eu sempre quis não me quer mais

Mais um tudo que se disfaz
E tira meu chão
Uma lágrima cai…

Cansei!
O tempo tem que passar logo!
Relógio, por favor!
Apresse-se!
Cansei!
Amei em vão!
O tempo tem que transformar logo este momento em “ontem”.

Você não faz ideia!

Publicado em Sentimentos às Fevereiro 20, 2009 por Érika Oliveira

Tocando-se.

Eu te amo tanto! Você não faz ideia!

Sinto-me tão à vontade com você…! Eu falo de tudo, todas as coisas simples, coisas mais pessoais e… até íntimas… Mas se, por acaso, há, para mim, algo que ainda ache difícil lhe dizer, você me faz sentir tranquila para só dizer o que eu quiser dizer e quando quiser. E quando me sinto assim, digo logo tudo.

Gosto tanto de sentir que você gosta de mim como eu sou, que tenho vontade de mudar para ser melhor ainda para você.

Eu te amo tanto! Você não faz ideia!

Eclética

Publicado em Pensamentos às Janeiro 14, 2009 por Érika Oliveira

Figura de somEu estava aqui procurando uma comunidade no orkut sobre o tema “ser eclético” (musicalmente). Dei de cara com um monte de comunidades com um conceito que eu já havia conhecido através de um colega meu; que ser eclético é não ter opinião.

Algumas das comunidades que eu vi foram “Ecletico pra mim é pagodeiro!”, “eclético = sem personalidade”, “eclético o ***** , é rock msmo!”, “Eu sou ecletico mas odeio NX0″ (como se ser eclético quisesse dizer que você gosta de todos as músicas e artistas que existam)…

Comecei a achar até que eu era a equivocada, mas não. Segundo o dicionário (Aurélio), o conceito de eclético é “formado por elementos colhidos em diferentes gêneros ou opiniões.” Concluo como pesquisar.

A maioria desses que dizem isso são preconceituosos. A maioria nem conhece o que critica o suficiente para criticar.

Bom, eu sou eclética. Tenho o maior orgulho de dizer isso! Ainda mais que eu estudo música. O mau seria se eu ficasse presa a um estilo só.

No meio das comunidades que eu pesquisei, eu achei uma com um título legal: “MP3 ECLÉTICO”. Legal! Que nem o meu!

Neste exato momento o meu MP3 tem, dentre vários outros artistas, Jorge Vercillo, Djavan, João Alexandre, Killswitch engage, As I lay dying, Chrystian & Ralf, Chuck Berry, Dire Straits, Mariah Carey, Good Charlotte, bandas gospel… Está até pouco variado, mas… Ele está sempre com mais rock. É meu estilo preferido. Mas eu não dispenso músicas boas de outros estilos.

Trechos

Publicado em Sentimentos às Janeiro 8, 2009 por Érika Oliveira

1.    Eu sempre tive problemas para lidar com a tristeza. E desespero-me porque não consigo tirá-la de mim.
As melhores formas que eu aprendi para extravasar foram conversar com algum raro amigo que tenha conseguido conquistar-me a ponto de eu conseguir abrir-me com ele e escrever.

Mas como o motivo da minha tristeza é, justamente, o fato de eu sentir tanta falta do meu amigo, só me restou a segunda opção, escrever.

2.    As lágrimas caindo, a música tocando e eu ignorando tudo… Não queria que vissem minhas lágrimas, mas não consegui evitar.

3.    Há dois dias apareceu-me uma coisa muito legal… Uma pessoa, para ser mais específica. Ela está me ajudando a me recompor.

Minha atual loucura

Publicado em Sentimentos às Setembro 11, 2008 por Érika Oliveira

SeparadosHoje estou sozinha aqui… pensando… um momento propício…

Quanto tempo eu não venho aqui!? Acho que ando (ou andava) meio sem viver algo que me inspire a escrever, ou por falta de um silêncio, talvez… Mas estou bem. Numa correria tremenda, mas eu gosto assim.

O que me faz escrever hoje é a saudade. Saudade de escrever, de me descrever(…), mas, principalmente, saudade do motivo da atual loucura que estou sentindo, vivendo.

“Em meio a tanta gente chata e sem graça: você”, mas pena que não podes ser meu (ou pode?). É tudo muito complicado, talvez impossível, mas… apesar de não acreditar, eu acredito.

Misteriosa

Publicado em Pensamentos às Maio 17, 2008 por Érika Oliveira

(…) Isso nem foi de um passado tão distante, mas me parece que faz muito tempo já.
Eu não iria lá, mas fui. Me assustei, mas agora estou achando engraçado. E estranho! Muito estranho!
Eu sei que eu estou muito misteriosa, mas quero que fique assim…

Gostei muito da sensação de distância! Como se aquilo já não me atingisse mais. SUPEREI!
Ninguém pode ter idéia de como eu fiquei bem com isso. Me arrependi mais uma vez do meu passado, mas agora de um jeito diferente. E adorei poder rir disso agora! E me sentir aliviada…

É…

Publicado em Sentimentos às Maio 17, 2008 por Érika Oliveira

Rosa fria

É… é o amor que me inspira!
Eu até achava que era a dor…
Na verdade até posso dizer que é,
mas a dor do amor.

Eu nunca sei tão bem rasgar o coração
quando nem me lembro que ele existe.

Amar é tão intenso que dói!
… mas eu não quero deixar de sentir essa dor
A vida é toda feita de dores…
Essa é a única boa.

Eu ainda quero escrever um livro

Publicado em Pensamentos às Fevereiro 19, 2008 por Érika Oliveira

Livro abertoQuando eu era adolescente e comecei a escrever poesias, eu dizia que era pra treinar e, um dia, escrever um livro.

Eu lia muito livros de poesia e queria escrever o meu um dia (que fique claro que eu lia muito os mesmos livros que eu tinha acesso, não lia muitos livros não). Na verdade, eu nunca tive mesmo o costume de ler. Lamentável isso, mas, não quero mentir. Sem contar que eu demoro um tempão pra terminar um bendito livro.

Bom, eu ainda digo que quero escrever um livro, só não sei o que escrever. Não gosto de livros de estórias. Eu leio, às vezes gosto, mas não é bem meu estilo. Não gosto muito. Eu até quero experimentar escrever um pra ver no que dá, mas acho que, talvez, seja melhor ficar na poesia mesmo ou alguma letra de música…

Sei lá! Mas escrever é desestressante!

Uma poesia de quando eu tinha uns treze anos:

PERDOA-ME

Eu quero voltar

mas você diz que está tudo mudado…

Eu não entendo o que mudou

O sol ainda brilha forte ao amanhecer

As estrelas ainda se acendem ao anoitecer

E o brilho delas ainda fascina os apaixonados.

Eu quero estar com você

mas você diz que já não é mais como era antes…

Mas eu não entendo o que não é mais como antes.

O vento ainda refresca meus pensamentos

A lua ainda me consola

nas noites que eu choro pensando

em suas frases sem compaixão.

Se te magoei,

Se ainda vale um perdão,

Se algo que fiz te feriu,

Se ainda existe o amor,

mesmo que ele não brilhe nos seus olhos

e não arda em meus lábios,…

Perdoa-me, amor (…).

Peço um desconto porque eu era só uma adolescente cafoninha.

Que eu me lembre, eu escrevi pensando em nada. Não estava sentindo nada do que escrevi nesse aí, mas eu reli esses dias os poemas velhos que eu ainda guardo e vi como as emoções se repetem: eu sempre depressiva, sempre bem dramática, revoltada, apaixonada…

O bom de fazer arte (no sentido literal) é que sempre que você vê ou, no caso de poesias, lê, você sente de novo o que você sentiu naquele dia; como se você fotografasse um sentimento. Na verdade, às vezes não é tão bom assim…