Arquivo de Dezembro, 2007

Adeus ano velho e desgraçado!

Posted in Reflexões on Dezembro 31, 2007 by Érika Oliveira

Fim de 2007.Se eu não me engano,eu nunca postei nada aqui no blog que eu tivesse escrito direto no computador. Este post é o primeiro, eu acho.

Enquanto eu como meu pêssego em caldas, vou deixar meu último post deste ano.

Passei meu último dia do ano em casa (estou passando). Limpando, me produzindo e ouvindo música. Muito legal!

Hoje, pelo menos até agora, está sendo diferente dos outros anos. Eu ainda não fiquei fazendo retrospectivas da minha vida não. Que bom! Eu quero mesmo que as coisas fiquem diferentes.

Eu pretendo tomar vergonha na cara, realmente (eu preciso), e viver diferente 2008, para que Deus possa me dar o que eu não tive nesse ano, em sua maior parte, desgraçado .

Eu vou crer na palavra que diz que “para cada dia de vergonha, Deus vai dar dupla honra”.

Preciso amar, perdoar (muito), me curar, trabalhar, estudar…

Quem sabe eu deixe de enrolar os outros e monte logo minha banda!? (Deus sabe…)

Que não só eu, mas também meus amigos, tenham um ano maravilhoso!

Que 2008 seja bênção sobre bênção!

P.S.: Os dois posts abaixo eu deixei de postar na época que os escrevi. Resolvi postar hoje.Adeus posts velhos e feliz posts novos!

Uns passos

Posted in Reflexões on Dezembro 31, 2007 by Érika Oliveira

Eu tô me preparando para uma prova super difícil de teoria musical, mas tive que parar e descarregar um pouco dessa carga que está me desconcentrando.

Esses dias dei uns passos em favor de mim. Tive que cortar algumas coisas que me prendiam a outras. Desfazer alguns laços que não me deixavam esquecer de outros.

Eu já venho tentando apagar algumas lembranças, mas, do jeito que estava, era difícil de esquecer porque sempre tinha o mesmo fantasma me atormentando.

Agora eu acho que me desfiz dele, embora tenha doído um pouco afastá-lo, mas não foi por vingança, foi porque eu precisava disso.

Eu não consigo prosseguir olhando para trás. É como se, realmente, eu tentasse andar de costas.

Eu não consigo prosseguir olhando para trás. Eu acho que ninguém consegue.

Todo mundo me manda esquecer o que se foi, até eu me obrigo a esquecer. Não é fácil, mas eu tenho que fazer a minha parte. E tenho conseguido, graças a Deus, a cada dia uma parcela.

E eu tenho tentado seguir em frente. Estou dando uns passos, mas, sabe, eu me sinto como se olhando por uma janela alguém vivendo. Eu não consigo me sentir fazendo certas coisas. Talvez por elas estarem acontecendo muito rápido ou, talvez, por eu ser meio distante, mas eu sempre me senti assim com respeito a tudo.

Será que todas as pessoas se sentem assim? Ou ainda me falta algo que faça eu me sentir viva?

Relembrando

Posted in Nostalgia on Dezembro 31, 2007 by Érika Oliveira

Hoje eu fui lá atrás no meu passado. Comecei a relembrar coisas de quando eu tinha dezoito anos (Nossa! Faz tempo isso!). Desenterrei lembranças e mexi em feridas antigas… Nada me fez chorar não. Talvez estejam todas elas saradas.

Lembrei de um amor antigo (será que ele ainda usa o MSN dele?) e pensei em como eu devia ser diferente nessa época.

Um dia desses eu redescobri umas mensagens minhas na internet de quando eu tinha dezenove anos; eu usava umas babaquices ridículas para escrever. Coisas que, hoje, me dão até vergonha.

Como eu era ridícula!

Isso me fez lembrar do meu diário que eu ganhei com onze anos e fui escrevendo uma vez na vida umas coisas. Fútil, fútil, fútil que eu era.

Eu li esse meu diário faz pouco tempo. Até arranquei umas folhas dele para quando eu morrer ninguém ler aquilo e achar que eu era demente. (risos)

Mas, sério, eu devia ser muito fofinha!

Mas… voltando aos meus dezoito anos… eu olho hoje uma colegas que estão com dezoito e vejo como elas são infantis ainda. Eu queria me ver de novo apaixonada aos dezoito anos.

Daqui a uns dias eu vou querer lembrar de como era estar apaixonada aos vinte e dois, vinte e três anos… O tempo passa tão rápido!

Eu tenho que renascer outra vez

Posted in Reflexões on Dezembro 24, 2007 by Érika Oliveira

Triste e envergonhada

Se eu pudesse voltar no tempo eu diria “não” naquele dia.

Uma parte de mim, a que disse “sim”, é a que não se arrepende, mas a parte que disse “não” é a parte que tinha razão e que sofre até hoje.

Uma coisa eu não posso negar: esse dia mudou minha vida. Tudo que eu era morreu naquele dia e eu nunca mais serei como eu era.

Eu já percebi que eu não faço o que eu quero. Parece que eu sou duas em uma.

Não tem aqueles desenhos animados que representam nossa consciência como um anjinho e um pequeno diabinho? É tipo isso o que acontece comigo. Mas eu acho que o anjo deve falar muito baixo ou usar argumentos não muito convincentes ou propostas pouco atrativas…

Eu faço tudo que eu não devia fazer e que não queria. E o pior de tudo é que eu não consigo mudar. Eu tenho que renascer outra vez.

Férias

Posted in Pensamentos on Dezembro 19, 2007 by Érika Oliveira

PáginasAmanhã, assim que eu assinar a ata de prova da professora sapatão*, eu estarei oficialmente de férias (graças a Deus, aprovada em todas as matérias), mas, pela primeira vez na vida, eu não queria entrar de férias.

Durante as férias eu vou poder organizar muitas das minhas coisas (quem sabe todas!?), mas também eu vou ter que ficar um tempo sem ver meus colegas e/ou amigos (não necessariamente esses amigos estudam na minha faculdade).

Uma vez, um de meus professores disse que ele aprontava muito em sua época de faculdade; que nós, seus alunos, nunca íamos nos esquecer de nossos anos de faculdade. Ele estava certo.

Minha vida, realmente, mudou bastante mesmo durante esse ano que estou no ensino superior. E não estou falando de mudanças relacionadas à educação.

E essas mudanças, que eu não diria que foram boas, mas diferentes, realmente não dão para serem esquecidas. É por estas diferentes coisas que eu quero estar na faculdade e não em casa.

Eu vou tentar aproveitar minhas férias da melhor forma possível. Mas já tô com saudades!

* Ela não é “sapatão” de verdade (pelo menos eu acho que não), mas precisaria de todo contexto para entender isso.

Eu não sou mais eu (?)

Posted in Reflexões on Dezembro 13, 2007 by Érika Oliveira

Tinha um outro post que eu ia deixar aqui antes desse, mas estava sem tempo (ainda estou). Hoje escrevi este. Depois eu posto (ou não) esse outro.

O fim do ano está chegando. E está muito perto mesmo.

Que dia é hoje? Esqueci, mas sei que já é quase metade de Dezembro.

Sempre em épocas de fim de ano, eu (talvez todo mundo) costumo fazer retrospectivas da vida.

Não uma coisa proposital. Eu não paro para pensar nisso, mas, independente da minha vontade, as coisas vêm vindo novamente à mente.

Esse ano foi (ainda está sendo), para mim, um ano de coisas diferentes, novas, estranhas. A maioria delas péssimas; inclusive minhas atitudes.

Se eu for comparar o que eu fui em 2006 com o que eu sou em 2007 vão ficar poucas semelhanças.

Eu me pergunto se eu sou mais eu agora ou se, na verdade, estou me perdendo de mim.

O que me espera em 2008? O que eu serei em 2008?

Eu fiz uma música hoje sobre essas coisas que se passam em mim. Eu ia até escrever a letra aqui, mas… Quem quiser, fala comigo.

Eu quero me casar com um músico

Posted in Pensamentos on Dezembro 7, 2007 by Érika Oliveira

Uns caras tocandoHoje, enquanto eu tentava desembaraçar meus enormes cabelos duros (estou exagerando), eu conversava com meu amigo imaginário (ele existe, mas não estava comigo nessa hora) sobre como existem tantas mulheres fúteis, mercenárias, interesseiras… As que se interessam por um cara por algo que ele tem e não por algo que ele é.

Eu sempre me lembro de uma colega minha que me disse: “Eu sempre quis namorar um cara que tivesse moto”. E me lembro de como eu achei essa declaração ridícula e absurda. Mas até que, vendo outros exemplos, a gente nota que são comuns pessoas assim (infelizmente).

Eu não. Eu sou diferente. Eu não ligo para o que o cara tem, mas, confesso que eu tenho uma condição também: eu quero me casar com um músico. (risos)

Eu não sou do tipo que acha lindo um cara tocar. Odeio homem exibido. Odeio quando um cara toca e fica me olhando para ver se eu estou olhando para ele. Eu dou o maior despreso!

Eu não tenho uma “tara” por músicos. Eu vejo minha idéia como bem consciente: eu quero uma pessoa que toque comigo (para quem não sabe, eu sou “guitarrista”). Por isso, eu quero um músico.

Eu quero ser de uma banda e ter do meu lado…

Tá muito grande meu post já, né?

Enquenta não! Eu sou maluca mesmo!