Archive for the Pensamentos Category

Eclética

Posted in Pensamentos on Janeiro 14, 2009 by Érika Oliveira

Figura de somEu estava aqui procurando uma comunidade no orkut sobre o tema “ser eclético” (musicalmente). Dei de cara com um monte de comunidades com um conceito que eu já havia conhecido através de um colega meu; que ser eclético é não ter opinião.

Algumas das comunidades que eu vi foram “Ecletico pra mim é pagodeiro!”, “eclético = sem personalidade”, “eclético o ***** , é rock msmo!”, “Eu sou ecletico mas odeio NX0″ (como se ser eclético quisesse dizer que você gosta de todos as músicas e artistas que existam)…

Comecei a achar até que eu era a equivocada, mas não. Segundo o dicionário (Aurélio), o conceito de eclético é “formado por elementos colhidos em diferentes gêneros ou opiniões.” Concluo como pesquisar.

A maioria desses que dizem isso são preconceituosos. A maioria nem conhece o que critica o suficiente para criticar.

Bom, eu sou eclética. Tenho o maior orgulho de dizer isso! Ainda mais que eu estudo música. O mau seria se eu ficasse presa a um estilo só.

No meio das comunidades que eu pesquisei, eu achei uma com um título legal: “MP3 ECLÉTICO”. Legal! Que nem o meu!

Neste exato momento o meu MP3 tem, dentre vários outros artistas, Jorge Vercillo, Djavan, João Alexandre, Killswitch engage, As I lay dying, Chrystian & Ralf, Chuck Berry, Dire Straits, Mariah Carey, Good Charlotte, bandas gospel… Está até pouco variado, mas… Ele está sempre com mais rock. É meu estilo preferido. Mas eu não dispenso músicas boas de outros estilos.

Misteriosa

Posted in Pensamentos on Maio 17, 2008 by Érika Oliveira

(…) Isso nem foi de um passado tão distante, mas me parece que faz muito tempo já.
Eu não iria lá, mas fui. Me assustei, mas agora estou achando engraçado. E estranho! Muito estranho!
Eu sei que eu estou muito misteriosa, mas quero que fique assim…

Gostei muito da sensação de distância! Como se aquilo já não me atingisse mais. SUPEREI!
Ninguém pode ter idéia de como eu fiquei bem com isso. Me arrependi mais uma vez do meu passado, mas agora de um jeito diferente. E adorei poder rir disso agora! E me sentir aliviada…

Eu ainda quero escrever um livro

Posted in Pensamentos on Fevereiro 19, 2008 by Érika Oliveira

Livro abertoQuando eu era adolescente e comecei a escrever poesias, eu dizia que era pra treinar e, um dia, escrever um livro.

Eu lia muito livros de poesia e queria escrever o meu um dia (que fique claro que eu lia muito os mesmos livros que eu tinha acesso, não lia muitos livros não). Na verdade, eu nunca tive mesmo o costume de ler. Lamentável isso, mas, não quero mentir. Sem contar que eu demoro um tempão pra terminar um bendito livro.

Bom, eu ainda digo que quero escrever um livro, só não sei o que escrever. Não gosto de livros de estórias. Eu leio, às vezes gosto, mas não é bem meu estilo. Não gosto muito. Eu até quero experimentar escrever um pra ver no que dá, mas acho que, talvez, seja melhor ficar na poesia mesmo ou alguma letra de música…

Sei lá! Mas escrever é desestressante!

Uma poesia de quando eu tinha uns treze anos:

PERDOA-ME

Eu quero voltar

mas você diz que está tudo mudado…

Eu não entendo o que mudou

O sol ainda brilha forte ao amanhecer

As estrelas ainda se acendem ao anoitecer

E o brilho delas ainda fascina os apaixonados.

Eu quero estar com você

mas você diz que já não é mais como era antes…

Mas eu não entendo o que não é mais como antes.

O vento ainda refresca meus pensamentos

A lua ainda me consola

nas noites que eu choro pensando

em suas frases sem compaixão.

Se te magoei,

Se ainda vale um perdão,

Se algo que fiz te feriu,

Se ainda existe o amor,

mesmo que ele não brilhe nos seus olhos

e não arda em meus lábios,…

Perdoa-me, amor (…).

Peço um desconto porque eu era só uma adolescente cafoninha.

Que eu me lembre, eu escrevi pensando em nada. Não estava sentindo nada do que escrevi nesse aí, mas eu reli esses dias os poemas velhos que eu ainda guardo e vi como as emoções se repetem: eu sempre depressiva, sempre bem dramática, revoltada, apaixonada…

O bom de fazer arte (no sentido literal) é que sempre que você vê ou, no caso de poesias, lê, você sente de novo o que você sentiu naquele dia; como se você fotografasse um sentimento. Na verdade, às vezes não é tão bom assim…

Férias

Posted in Pensamentos on Dezembro 19, 2007 by Érika Oliveira

PáginasAmanhã, assim que eu assinar a ata de prova da professora sapatão*, eu estarei oficialmente de férias (graças a Deus, aprovada em todas as matérias), mas, pela primeira vez na vida, eu não queria entrar de férias.

Durante as férias eu vou poder organizar muitas das minhas coisas (quem sabe todas!?), mas também eu vou ter que ficar um tempo sem ver meus colegas e/ou amigos (não necessariamente esses amigos estudam na minha faculdade).

Uma vez, um de meus professores disse que ele aprontava muito em sua época de faculdade; que nós, seus alunos, nunca íamos nos esquecer de nossos anos de faculdade. Ele estava certo.

Minha vida, realmente, mudou bastante mesmo durante esse ano que estou no ensino superior. E não estou falando de mudanças relacionadas à educação.

E essas mudanças, que eu não diria que foram boas, mas diferentes, realmente não dão para serem esquecidas. É por estas diferentes coisas que eu quero estar na faculdade e não em casa.

Eu vou tentar aproveitar minhas férias da melhor forma possível. Mas já tô com saudades!

* Ela não é “sapatão” de verdade (pelo menos eu acho que não), mas precisaria de todo contexto para entender isso.

Eu quero me casar com um músico

Posted in Pensamentos on Dezembro 7, 2007 by Érika Oliveira

Uns caras tocandoHoje, enquanto eu tentava desembaraçar meus enormes cabelos duros (estou exagerando), eu conversava com meu amigo imaginário (ele existe, mas não estava comigo nessa hora) sobre como existem tantas mulheres fúteis, mercenárias, interesseiras… As que se interessam por um cara por algo que ele tem e não por algo que ele é.

Eu sempre me lembro de uma colega minha que me disse: “Eu sempre quis namorar um cara que tivesse moto”. E me lembro de como eu achei essa declaração ridícula e absurda. Mas até que, vendo outros exemplos, a gente nota que são comuns pessoas assim (infelizmente).

Eu não. Eu sou diferente. Eu não ligo para o que o cara tem, mas, confesso que eu tenho uma condição também: eu quero me casar com um músico. (risos)

Eu não sou do tipo que acha lindo um cara tocar. Odeio homem exibido. Odeio quando um cara toca e fica me olhando para ver se eu estou olhando para ele. Eu dou o maior despreso!

Eu não tenho uma “tara” por músicos. Eu vejo minha idéia como bem consciente: eu quero uma pessoa que toque comigo (para quem não sabe, eu sou “guitarrista”). Por isso, eu quero um músico.

Eu quero ser de uma banda e ter do meu lado…

Tá muito grande meu post já, né?

Enquenta não! Eu sou maluca mesmo!

Estranheza

Posted in Pensamentos on Novembro 12, 2007 by Érika Oliveira

Rosas e nuvens

Sabe, eu queria chegar aqui um dia no meu blog e não precisar dizer que estou infeliz, deprimida, de olhos inchados, querendo sair de casa, morrer, sumir do mapa… (…)

Eu queria poder chegar aqui uma verdadeira garota propaganda de Cristo, contando as muitas maravilhas e bênçãos da minha vida.

Sabe, eu pareço sempre mal, mas não é que nunca aconteçam alegrias na minha vida; mesmo pequenas elas ainda devem estar em maior quantidade. Meus olhos sorriem mais do que choram, mas a dor parece que “inspira” mais. Quando eu estou alegre, mesmo camuflando tristezas, eu poderia chegar e escrever, mas isso não acontece.

Tem coisas hiper estranhas acontecendo na minha vida; coisas que parecem querer desviar meus passos e minha mente. Eu estou em mil dilemas, com um milhão de escolhas a fazer, quando não me sinto capaz de decidir por nenhuma delas.

Quando estou alegre extravaso minha alegria com outras coisas. Quando estou triste, eu me fecho e depois tenho que me livrar do acúmulo de dor de alguma forma. Este blog está me servindo pra isso.

Conversar com outras pessoas sobre minha vida pessoal eu evito. Ainda não conheci ninguém que merecesse confiança. As pessoas da minha vida só se interessam por saber de mim por estarem interessadas em mim, em algo meu ou em “alguém meu”.

Não vou dizer que nunca acreditei em alguém (errar é o que eu mais faço nessa vida), mas quanto mais você se abre, maior o seu arrependimento depois…

Sabe, “errar é humano e persistir no erro é burrice”, mas “a esperança é a última que morre”. Eu me arrependo, me frustro e me magoo, mas continuo procurando.